Inteligência artificial

Inteligência artificial onde faz sentido, sobre processos que funcionam.

Se os processos da empresa já funcionam bem, nós os automatizamos como estão. Se for preciso, nós os redesenhamos com a empresa ou os desenhamos do zero, e sobre eles colocamos a camada de automação e inteligência artificial. Nos dois casos, só nas tarefas em que ela poupa tempo ou antecipa uma decisão. É um serviço que pode ser contratado sozinho ou como parte do modelo de gestão de projetos.

Pérgola fotovoltaica vista de baixo contra o céu
Pérgola fotovoltaica do Fòrum, BarcelonaFoto: Biel Morro, CC0

A nossa visão

O valor está no processo e nas pessoas. A tecnologia é a parte pequena.

Em um projeto renovável, o tempo se perde reunindo dados que já existem, em relatórios que chegam tarde e em dossiês completados na véspera. É aí que colocamos a inteligência artificial.

  1. 01

    Primeiro o processo

    Um agente sobre um processo mal definido só acelera a desordem. Por isso revisamos o processo antes de automatizá-lo e, se for preciso, o organizamos primeiro.

  2. 02

    Onde a decisão chega tarde

    Começamos pelos pontos em que uma decisão é tomada com dados atrasados: um desvio de custo, um marco que se desloca, uma licença que vence.

  3. 03

    Com a equipe

    Boa parte do valor vem de mudar a forma de trabalhar, e nisso colocamos tanto esforço quanto na tecnologia.

O que construímos

O que entregamos é um sistema em funcionamento.

  1. 01

    Agentes de processo

    Assumem a parte repetitiva de um processo e preparam a decisão, com tarefas como explicar um desvio, propor suas causas, comparar cenários ou redigir o relatório.

  2. 02

    Automação de ciclos

    Automatizamos o fechamento mensal, a conciliação com a contabilidade, os alertas e os relatórios programados, e cada mudança fica registrada.

  3. 03

    Aplicações de controle

    Desenvolvemos painéis de carteira e simuladores de cenários, acessados com o login corporativo da empresa.

  4. 04

    Integração de dados

    Unimos os dados de custo, prazo e avanço que hoje estão em sistemas diferentes, para que todos os processos trabalhem com o mesmo número e cada projeto concluído melhore as estimativas do seguinte.

Dados de projeto

Cada projeto concluído melhora a estimativa do seguinte.

Uma empresa que já construiu dez parques sabe mais do que suas estimativas mostram. Os desvios, as durações reais e os riscos que chegaram a acontecer ficam em relatórios de encerramento que ninguém volta a abrir. Integramos esses dados para que os agentes de processo partam da experiência da própria empresa.

  1. 01Desvios de CAPEX por item

    Estimativa de CAPEX e contingência

    Os sobrecustos reais por item, tecnologia e tipo de contrato ajustam a estimativa do projeto seguinte e o tamanho da sua contingência.

  2. 02Durações reais do cronograma

    Planejamento

    O tempo que de fato levaram as fundações, a montagem ou a conexão serve de base para os novos cronogramas e aponta os prazos otimistas.

  3. 03Riscos que chegaram a acontecer

    Registro de riscos

    Cada risco materializado, com seu custo e seu atraso, entra no registro inicial do projeto seguinte e ajusta sua probabilidade.

  4. 04Prazos reais de licenciamento

    Calendário de licenças

    O tempo que cada órgão levou em cada tipo de licença ajusta o calendário de licenciamento e a margem frente aos marcos administrativos.

O agente propõe o número junto com os projetos em que se apoia, e a equipe decide. Quanto mais projetos passam pelo sistema, mais precisa fica a estimativa.

Casos de uso

O que ela pode assumir em cada área de um projeto renovável.

São exemplos do que um agente assume em cada área: lê os sistemas que a empresa já tem, faz a parte repetitiva e deixa um rascunho com a sua evidência. O que ele escreve em um sistema espera a aprovação de uma pessoa, e cada passo fica registrado.

  • Controle de CAPEXDemo

    Lê pedidos, faturas e medições do ERP e os cruza com o avanço. Refaz a previsão de custo final e redige a nota de cada desvio, com a sua rubrica e a sua causa. O controller a valida antes de chegar ao comitê.

  • Planejamento

    Compara cada atualização do cronograma com a linha de base. Aponta os marcos que se movem, as folgas que se esgotam e as dependências que arrastam outras. O planejador decide o que é replanejado.

  • Gestão de riscos

    Lê atas, relatórios e e-mails do projeto e propõe riscos novos, com a frase de onde saem. Lembra a cada responsável a mitigação que vence. Nenhum risco entra no registro sem que alguém o aceite.

  • Readiness

    Antes de cada gate de fase, confere o dossiê com a lista: que evidência está, qual falta e qual venceu. Entrega ao comitê as lacunas, com quem deve fechá-las.

  • Gestão documental

    Extrai datas, condições e obrigações de contratos e licenças, e controla versões e aprovações. Responde a perguntas citando o documento e a página. Se não encontra a resposta, diz.

  • Governança

    Responde a qualquer pessoa da equipe, tarefa a tarefa, quem executa, quem aprova, quem é consultado e quem é informado segundo a RACI. Prepara a pauta de cada comitê e acompanha cada acordo até o fechamento.

  • Viabilidade e gates

    Reúne restrições, hipóteses e custos de referência em um primeiro rascunho do estudo. Em cada gate, confronta os critérios de passagem com a evidência do projeto. A equipe revisa e assina.

  • Handover

    Monta o dossiê de transferência a partir da lista de entregáveis e marca o que chega incompleto ou sem assinatura. Quem recebe sabe o que aceita e com quais pendências.

  • Lições aprendidas

    Ao iniciar um projeto, busca no registro as lições de projetos parecidos e as leva ao seu plano e ao seu registro de riscos. No encerramento, propõe as novas a partir dos desvios.

  • Relatório mensal

    Monta o relatório mensal de portfólio com os dados do fechamento, no formato que a direção já usa, e redige o comentário de cada variação. O diretor o revisa antes de enviar.

Um exemplo

O controle de custos de um projeto, antes e depois.

Escolhemos o controle de custos porque é o processo em que o problema mais se repete. O mesmo esquema serve para outros processos, como o planejamento, os riscos, as licenças ou o relatório mensal.

Ver a demo Demo · dados fictícios

EsquemaDo desvio à decisão

Com o agente, o desvio chega a quem decide quando ainda tem conserto.

Hoje

  1. O desvio acontece
  2. Fechamento do mês
  3. Relatório
  4. Comitê

Com o processo redesenhado e um agente

  1. O desvio acontece
  2. Aviso, com causa e efeito
  3. Decisão
  4. Tempo para corrigir
Esquema ilustrativo. Os prazos dependem de cada empresa.
Quem reúne os dados
HojeCada responsável envia seu número em seu formato. Alguém os consolida à mão.
Com o processo redesenhado e um agenteO agente lê compromissos, faturas e avanço nos sistemas que já existem.
Quando se vê um desvio
HojeNo fechamento do mês, quando a fatura chega.
Com o processo redesenhado e um agenteQuando o compromisso é assinado ou a previsão muda.
O que acontece depois
HojeÉ explicado no comitê seguinte.
Com o processo redesenhado e um agenteSe é pequeno, o agente refaz a previsão e deixa registro. Se é grande, avisa o Project Manager com a causa, o efeito na rentabilidade e um plano.
Quem decide
HojeO comitê, com a informação do mês anterior.
Com o processo redesenhado e um agenteO mesmo comitê, com a informação do dia.

Entrada em operação

Começamos por um primeiro projeto e depois chegamos a todo o portfólio.

  1. 01

    Um projeto

    Trabalhamos com um processo, em um projeto e durante um ciclo completo, com critérios de sucesso que acordamos com a empresa antes de começar.

  2. 02

    O portfólio

    Estendemos o sistema a todos os projetos e o entregamos às equipes da empresa com sua documentação.

  3. 03

    Operação

    O sistema é gerido pela empresa. Se ela pedir, seguimos com o suporte e com sua evolução à medida que o portfólio cresce.

O que é construído é da empresa desde a primeira etapa.

Antes de construir qualquer coisa, o diagnóstico gratuito indica qual processo convém automatizar primeiro. Ver o diagnóstico

Controle

Segura e sob o controle da empresa.

  1. 01

    Os dados ficam onde a empresa decidir

    Trabalhamos com os modelos de inteligência artificial que a empresa já tem contratados, dentro do seu tenant corporativo e com sua gestão de identidades e acessos. Se ainda não os tem, propomos a arquitetura que se encaixa na sua política de dados: nuvem privada, implantação on-premise ou acesso por API com retenção zero. Os dados são criptografados em trânsito e em repouso, e o contrato empresarial impede que o fornecedor os use para treinar seus modelos.

  2. 02

    Sempre decide uma pessoa

    O que o agente propõe fica pendente da aprovação de quem responde por isso segundo a RACI. Cada ação fica em um registro de auditoria com quem a aprovou, quando e com quais dados, e as permissões do agente nunca superam as do usuário que trabalha com ele.

  3. 03

    A TI revisa e assume

    Entregamos o código, a documentação de arquitetura, o manual de operação e os testes automatizados, e a implantação segue o processo de gestão de mudanças da empresa. A equipe de TI revisa, mantém e pode auditar o sistema.

  4. 04

    Sem depender de um fornecedor

    Uma camada de abstração separa os agentes do modelo. O modelo é escolhido por tarefa segundo custo, precisão e confidencialidade, e o fornecedor pode ser trocado sem refazer o sistema.

Limites

O que a inteligência artificial não faz.

  • Não decide pela empresa. Propõe alternativas e prepara a decisão, que é tomada e assinada por quem responde por ela.
  • Não conserta um processo mal desenhado, e por isso o processo vem primeiro.
  • Não supõe o que não está nos dados da empresa. Quando um dado falta ou não é confiável, ele o sinaliza em vez de estimá-lo.
  • Não substitui o Project Manager nem a direção. Dá a eles uma visão atualizada para que decidam antes e com dados, e não com relatórios atrasados.

Demo

Controle de CAPEX conectado ao modelo financeiro.

A demo mostra o custo aprovado, o real e o previsto de um projeto fictício. Cada desvio recalcula a rentabilidade e chega à diretoria com a sua causa.

Ver a demo

Torres de aerogerador em montagem ao lado de um guindaste, em campo aberto
Montagem de um parque eólico em Pougny, FrançaFoto: Cjp24, CC BY-SA 4.0

Vari FieldEm desenvolvimento

O que acontece na obra, na mesa de quem decide no mesmo dia.

Em um parque eólico ou solar, o prazo e o custo se decidem na obra. O que se vê ali chega ao escritório dias depois, em um relatório que alguém passa a limpo. Vari Field é a linha em que levamos a inteligência artificial para a obra, para que o que a equipe vê e diz vire informação de projeto na hora.

  1. 01

    Captura

    A equipe de obra registra o que vê com a voz, uma foto, um vídeo ou óculos inteligentes, com as mãos livres e sem formulários.

  2. 02

    Interpreta

    A inteligência artificial classifica cada observação como avanço, ocorrência, qualidade ou segurança, e a situa na sua atividade do cronograma e no seu item de custo.

  3. 03

    Verifica

    Cada dado leva sua origem. O responsável da obra confirma o que foi inferido antes que conte no projeto.

  4. 04

    Conecta

    O que é confirmado chega ao planejamento, aos riscos, ao controle de CAPEX e ao relatório da diretoria, sem esperar o relatório semanal.

Cada dado leva sua origem

  • Observado
  • Inferido por IA
  • A verificar

Pensado para o dia a dia de uma obra renovável.

  • Avanço real

    Fundações, montagem de aerogeradores, cravação e montagem de rastreadores, valas e lançamento de cabos, medidos a partir da obra.

  • Ocorrências e não conformidades

    Com foto, localização e responsável desde o momento em que são detectadas.

  • Segurança

    As observações de segurança chegam no mesmo dia a quem precisa agir.

  • Pendências de recebimento

    A lista de pendências para a transferência é montada durante a obra e não nas últimas semanas.

  • Janelas meteorológicas

    Estudamos cruzar a previsão com as atividades que dependem do tempo, como içamentos, concretagem ou trabalho em altura, para propor janelas de trabalho. A decisão continua com o responsável da obra.

Vari Field está em desenvolvimento e ainda não é um produto.

A tecnologia deveria desaparecer dentro do jeito de trabalhar das pessoas.

Entendemos que a boa digitalização tira trabalho manual e melhora a qualidade das decisões, e que a que acrescenta complexidade não vale a pena.

Adoramos falar de projetos.

A primeira conversa é sem compromisso.