Vista aérea de uma usina solar em construção, com um guindaste entre as fileiras de painéis

Método

Planejamento e controle do prazo

Estruturamos o planejamento a partir de um plano mestre por tecnologia e país, do qual partem os cronogramas de cada projeto, e de um ciclo de atualização orientado a detectar os atrasos enquanto ainda podem ser recuperados.

Foto: Vlad Burac, Licença Unsplash

A maioria dos promotores que conhecemos tem bons planejadores e um padrão de cronograma. Onde costumamos encontrar margem é em que os cronogramas da carteira compartilhem a mesma estrutura, em que modelem as dependências que de fato mandam, como o licenciamento, os fornecimentos principais e a janela de obra, e em que cada atualização avise de um atraso enquanto ainda é possível recuperá-lo. Trabalhamos com Primavera P6, com Microsoft Project ou com a ferramenta que a empresa já tiver.

O nosso critério

  1. 01

    Cada tecnologia e cada país têm o seu plano mestre, com durações de referência e dependências, e dele partem todos os projetos. Assim a carteira fica comparável e cada projeto concluído recalibra o seguinte.

  2. 02

    O cronograma compartilha a WBS com o orçamento, de modo que prazo e custo se leem sobre a mesma estrutura.

  3. 03

    A tendência dos marcos diz mais à diretoria do que o percentual de avanço. Uma data de entrada em operação que se desloca um pouco a cada atualização costuma ser o primeiro sinal de um atraso importante.

O que entregamos

Propomos as entregas nesta ordem, e a empresa decide até onde quer chegar.

  • O plano mestre por tecnologia e país, construído com a equipe a partir dos seus projetos anteriores.
  • O padrão de cronograma, com a WBS, o nível de detalhe, os calendários, os códigos e as regras de atualização.
  • O ciclo de controle e os seus relatórios, com a tendência dos marcos, o caminho crítico e as ações.
  • A previsão probabilística dos marcos, com o histórico da própria empresa.
  • A formação da equipe e os indicadores e reuniões com que a empresa acompanha o processo, com o nosso apoio se precisar.

Agentes e ferramentas sob medida

Quando há volume suficiente, e se a empresa desejar, um agente confronta cada atualização do cronograma com o histórico da empresa e aponta as atividades que se afastam do padrão. Também pode ler os relatórios de obra, propor o avanço de cada atividade e preparar a análise de desvios do ciclo mensal. O planejador valida a atualização e o Project Manager decide as ações.

O que conecta com o restante

O plano mestre parte das hipóteses de prazo da viabilidade, das durações padrão corrigidas pelas lições aprendidas e dos responsáveis da RACI. O cronograma distribui no tempo o orçamento do controle de CAPEX, incorpora o efeito em prazo dos riscos e marca as datas de cada lista de readiness e de cada handover. O cronograma toma dos demais processos os dados que já existem, em vez de pedi-los de novo, e nisso consiste um PMO conectado.

O que o diagnóstico verifica nesta área

  • Os projetos de uma mesma tecnologia e de um mesmo país partem de um plano mestre comum, com durações de referência baseadas em projetos anteriores?
  • A direção vê, a cada atualização, como se move a data prevista de comissionamento e quais atividades críticas a estão deslocando?

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As demais áreas

  1. 00

    Governança e RACI

    Ajudamos a empresa a definir quem decide, quem executa e quem responde por cada tarefa dos seus projetos, com uma matriz RACI comum a toda a carteira. É a base sobre a qual se apoiam os demais processos.

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  2. 01

    Viabilidade e gates

    Um projeto renovável passa por várias decisões de investimento antes de ser construído, desde o estudo de viabilidade que o tira da prospecção até a venda da energia garantida. Ajudamos a empresa a fazer com que todos os seus projetos passem pelas mesmas fases e pelos mesmos gates, com critérios de passagem escritos e uma política de capitalização coerente com eles.

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  3. 02

    Gestão de riscos

    Implantamos um registro de riscos comum a todo o portfólio, aberto desde a viabilidade, que atribui a cada risco um responsável e um plano e, quando cabe, uma parte concreta da contingência.

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  4. 04

    Controle de CAPEX

    Organizamos o controle de CAPEX em torno da previsão de custo final, atualizada todo mês item a item e conectada ao modelo financeiro, para que cada desvio seja lido em rentabilidade e respondido com um plano de recuperação quantificado.

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  5. 05

    Contratos e mudanças

    Organizamos a estratégia de contratação, as interfaces entre contratadas e o controle de mudanças e pleitos, para que cada variação seja avaliada antes de ser aprovada e nenhum prazo contratual vença sem que ninguém perceba.

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  6. 06

    Readiness

    Desenhamos as listas de readiness dos três portões de um projeto, para desenvolvimento, construção e operação, de modo que cada passo seja assinado por quem responde por ele e as lacunas com que se avança tenham responsável e prazo.

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  7. 07

    Gestão documental

    Num projeto renovável intervêm dezenas de empresas que produzem milhares de documentos, muitos deles necessários durante toda a vida do ativo. Desenhamos o sistema documental para que essa informação seja confiável desde o desenvolvimento e chegue completa a cada mudança de fase e a cada due diligence.

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  8. 08

    Handover

    As três transferências de um projeto renovável, de desenvolvimento para construção, de construção para operação e do projeto para a gestão do ativo, costumam ser os momentos em que mais informação se perde. Estruturamos cada uma como uma aceitação formal, com um pacote definido desde o início da fase e uma ata assinada por quem entrega e por quem recebe.

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  9. 09

    Lições aprendidas

    Estruturamos o processo de lições aprendidas para que cada lição relevante termine em uma mudança nos padrões da empresa, como um procedimento, um modelo de contrato ou uma estimativa de prazo ou de custo, antes de o projeto seguinte começar.

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