Lápis sobre um desenho de engenharia cotado

Método

Gestão documental

Num projeto renovável intervêm dezenas de empresas que produzem milhares de documentos, muitos deles necessários durante toda a vida do ativo. Desenhamos o sistema documental para que essa informação seja confiável desde o desenvolvimento e chegue completa a cada mudança de fase e a cada due diligence.

Foto: Sven Mieke, Licença Unsplash

A maioria das empresas tem um gestor documental, SharePoint ou outra ferramenta, e raramente é preciso trocá-lo. O que costuma faltar são regras comuns, porque a documentação é produzida pela empresa, pelas contratadas, pelos fabricantes e pelos órgãos públicos, e será consultada durante trinta anos por equipes que não a elaboraram. O custo aparece em três momentos, que são a revisão da engenharia da contratada, o comissionamento e a due diligence de uma venda ou de um refinanciamento.

O nosso critério

  1. 01

    A codificação é definida antes da primeira contratação, para que todas as contratadas entreguem com ela desde o primeiro documento.

  2. 02

    Metadados antes de pastas. As pastas crescem a cada contratada, e os metadados permitem filtrar toda a carteira com um mesmo critério.

  3. 03

    Cada documento passa por estados com uma aprovação registrada em cada mudança, segundo o esquema da ISO 19650, também em projetos que não seguem a norma. O pacote de entrega à operação é construído durante a obra.

O que entregamos

Trabalhamos sobre a ferramenta que a empresa já tiver. Se convém trocá-la, quem decide é a empresa.

  • O diagnóstico do sistema atual, com onde está a documentação, quantas versões dos documentos críticos circulam e quanto tempo se leva para localizar um.
  • O plano de gestão documental, com a codificação, os estados, os metadados, os fluxos de aprovação e a retenção.
  • Os requisitos documentais para os contratos, com os seus prazos de revisão e os seus formatos.
  • A implantação sobre a ferramenta da empresa e a formação da equipe e das contratadas.
  • A formação da equipe e os indicadores e reuniões com que a empresa acompanha o processo, com o nosso apoio se precisar.

Agentes e ferramentas sob medida

Em portfólios grandes, os agentes de inteligência artificial são especialmente úteis. Classificam o que entra no sistema, detectam duplicados e versões superadas, verificam se o dossiê de cada portão de fase está completo antes da decisão e respondem às perguntas da equipe citando o documento e a página. As regras do arquivo e a sua aprovação continuam sendo da empresa.

O que conecta com o restante

O sistema documental guarda o que todos os processos produzem e é a fonte das suas evidências. Dele saem os dossiês de cada gate e de cada lista de readiness, o dossiê de cada handover e os dados com que trabalham os agentes, e a matriz RACI define quem aprova cada documento. Com o arquivo como fonte única, cada processo toma dele o que precisa e o PMO trabalha conectado, sem documentos refeitos.

O que o diagnóstico verifica nesta área

  • A equipe encontra em minutos a versão vigente de um desenho ou de um contrato?
  • Os contratos fixam para cada empreiteiro a codificação, os formatos e o ambiente em que deve entregar a sua documentação?

Ver o diagnóstico gratuito

As demais áreas

  1. 00

    Governança e RACI

    Ajudamos a empresa a definir quem decide, quem executa e quem responde por cada tarefa dos seus projetos, com uma matriz RACI comum a toda a carteira. É a base sobre a qual se apoiam os demais processos.

    Ver a área
  2. 01

    Viabilidade e gates

    Um projeto renovável passa por várias decisões de investimento antes de ser construído, desde o estudo de viabilidade que o tira da prospecção até a venda da energia garantida. Ajudamos a empresa a fazer com que todos os seus projetos passem pelas mesmas fases e pelos mesmos gates, com critérios de passagem escritos e uma política de capitalização coerente com eles.

    Ver a área
  3. 02

    Gestão de riscos

    Implantamos um registro de riscos comum a todo o portfólio, aberto desde a viabilidade, que atribui a cada risco um responsável e um plano e, quando cabe, uma parte concreta da contingência.

    Ver a área
  4. 03

    Planejamento

    Estruturamos o planejamento a partir de um plano mestre por tecnologia e país, do qual partem os cronogramas de cada projeto, e de um ciclo de atualização orientado a detectar os atrasos enquanto ainda podem ser recuperados.

    Ver a área
  5. 04

    Controle de CAPEX

    Organizamos o controle de CAPEX em torno da previsão de custo final, atualizada todo mês item a item e conectada ao modelo financeiro, para que cada desvio seja lido em rentabilidade e respondido com um plano de recuperação quantificado.

    Ver a área
  6. 05

    Contratos e mudanças

    Organizamos a estratégia de contratação, as interfaces entre contratadas e o controle de mudanças e pleitos, para que cada variação seja avaliada antes de ser aprovada e nenhum prazo contratual vença sem que ninguém perceba.

    Ver a área
  7. 06

    Readiness

    Desenhamos as listas de readiness dos três portões de um projeto, para desenvolvimento, construção e operação, de modo que cada passo seja assinado por quem responde por ele e as lacunas com que se avança tenham responsável e prazo.

    Ver a área
  8. 08

    Handover

    As três transferências de um projeto renovável, de desenvolvimento para construção, de construção para operação e do projeto para a gestão do ativo, costumam ser os momentos em que mais informação se perde. Estruturamos cada uma como uma aceitação formal, com um pacote definido desde o início da fase e uma ata assinada por quem entrega e por quem recebe.

    Ver a área
  9. 09

    Lições aprendidas

    Estruturamos o processo de lições aprendidas para que cada lição relevante termine em uma mudança nos padrões da empresa, como um procedimento, um modelo de contrato ou uma estimativa de prazo ou de custo, antes de o projeto seguinte começar.

    Ver a área

Adoramos falar de projetos.

A primeira conversa é sem compromisso.