Pás de aerogerador, guindastes e caminhões em um pátio de obra junto ao mar

Método

Controle de CAPEX

Organizamos o controle de CAPEX em torno da previsão de custo final, atualizada todo mês item a item e conectada ao modelo financeiro, para que cada desvio seja lido em rentabilidade e respondido com um plano de recuperação quantificado.

Foto: Tuan Vy, Licença Pexels

As empresas costumam ter um bom controle do gasto e do orçamento. O que faz a diferença é a previsão de custo final, porque um projeto pode estar abaixo do orçamento no gasto e muito acima na previsão, e o comprometido antecipa o desvio meses antes da fatura. Implantamos o controle sobre os sistemas que a empresa já tem.

O nosso critério

  1. 01

    A previsão de custo final é revisada todo mês com critério técnico, com os compromissos assinados e os riscos abertos, sem esperar que o faturamento a corrija.

  2. 02

    Cada desvio é lido em rentabilidade. O controle de CAPEX está conectado ao modelo financeiro, e cada atualização recalcula a TIR e a cobertura da dívida.

  3. 03

    As medidas de recuperação possíveis são poucas e conhecidas. Quantificamos o efeito de cada uma na TIR e no caixa antes de escolher, e a decisão cabe à diretoria.

O que entregamos

Implantamos o processo sobre os sistemas da empresa, com o nível de exigência que aplicam os financiadores e o seu assessor técnico.

  • A estrutura de custos comum com o cronograma e com o modelo financeiro.
  • O fechamento mensal, com os compromissos, o incorrido, a previsão, a análise de desvios e o relatório.
  • Os limites de decisão, com que desvio o Project Manager atualiza, qual sobe à diretoria e qual vai ao comitê.
  • A contingência justificada risco a risco e o cronograma de desembolsos.
  • A formação da equipe e os indicadores e reuniões com que a empresa acompanha o processo, com o nosso apoio se precisar.

Agentes e ferramentas sob medida

A demonstração de controle de CAPEX do vídeo reproduz esse fluxo. O agente detecta o desvio de um item e, se fica abaixo do limite, atualiza a previsão e o registra. Se o supera, calcula o efeito na TIR, avisa o Project Manager e propõe um plano de recuperação. Nós o incorporamos quando o processo já funciona e se a empresa decidir dar esse passo, e a decisão sobre o plano continua sendo do Project Manager e da direção.

Demonstração com uma planta modelo e números ilustrativos. 4:12, em inglês com legendas e sem som.

O que conecta com o restante

A linha de base sai do estudo de viabilidade e a contingência, da avaliação dos riscos. O cronograma distribui o custo no tempo, a matriz RACI define quem aprova cada mudança e com que limite, e cada atualização da previsão recalcula a rentabilidade no modelo financeiro. No encerramento, o custo final e as retenções pendentes passam ao handover, e os desvios, às referências de custo dos projetos seguintes. O custo se alimenta do que a viabilidade, os riscos e o cronograma já produzem, sem que ninguém tenha de refazer os números.

O que o diagnóstico verifica nesta área

  • Um desvio de custo detectado na obra chega, já quantificado, a quem pode decidir em menos de uma semana?
  • A previsão de custo final é revista todo mês com os compromissos assinados e os riscos abertos, e conhece-se o seu efeito na TIR?

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As demais áreas

  1. 00

    Governança e RACI

    Ajudamos a empresa a definir quem decide, quem executa e quem responde por cada tarefa dos seus projetos, com uma matriz RACI comum a toda a carteira. É a base sobre a qual se apoiam os demais processos.

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  2. 01

    Viabilidade e gates

    Um projeto renovável passa por várias decisões de investimento antes de ser construído, desde o estudo de viabilidade que o tira da prospecção até a venda da energia garantida. Ajudamos a empresa a fazer com que todos os seus projetos passem pelas mesmas fases e pelos mesmos gates, com critérios de passagem escritos e uma política de capitalização coerente com eles.

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  3. 02

    Gestão de riscos

    Implantamos um registro de riscos comum a todo o portfólio, aberto desde a viabilidade, que atribui a cada risco um responsável e um plano e, quando cabe, uma parte concreta da contingência.

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  4. 03

    Planejamento

    Estruturamos o planejamento a partir de um plano mestre por tecnologia e país, do qual partem os cronogramas de cada projeto, e de um ciclo de atualização orientado a detectar os atrasos enquanto ainda podem ser recuperados.

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  5. 05

    Contratos e mudanças

    Organizamos a estratégia de contratação, as interfaces entre contratadas e o controle de mudanças e pleitos, para que cada variação seja avaliada antes de ser aprovada e nenhum prazo contratual vença sem que ninguém perceba.

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  6. 06

    Readiness

    Desenhamos as listas de readiness dos três portões de um projeto, para desenvolvimento, construção e operação, de modo que cada passo seja assinado por quem responde por ele e as lacunas com que se avança tenham responsável e prazo.

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  7. 07

    Gestão documental

    Num projeto renovável intervêm dezenas de empresas que produzem milhares de documentos, muitos deles necessários durante toda a vida do ativo. Desenhamos o sistema documental para que essa informação seja confiável desde o desenvolvimento e chegue completa a cada mudança de fase e a cada due diligence.

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  8. 08

    Handover

    As três transferências de um projeto renovável, de desenvolvimento para construção, de construção para operação e do projeto para a gestão do ativo, costumam ser os momentos em que mais informação se perde. Estruturamos cada uma como uma aceitação formal, com um pacote definido desde o início da fase e uma ata assinada por quem entrega e por quem recebe.

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  9. 09

    Lições aprendidas

    Estruturamos o processo de lições aprendidas para que cada lição relevante termine em uma mudança nos padrões da empresa, como um procedimento, um modelo de contrato ou uma estimativa de prazo ou de custo, antes de o projeto seguinte começar.

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